ANTES TARDE do QUE NUNCA

“João de deus” e caminhões de exploradores praticam inaceitável “brincadeira” com “COISAS” importantes e inerentes ao existencial humano, como FÉ e DIGNIDADE, principalmente perante gente acometida de patologias e explorada sob propósitos financeiro, percepção de vantagens materiais e tantas mais finalidades, que independente de eventual tipificação (enquadramento penal) ou qualificação legal, diga-se, no Brasil — campeão na produção de leis –, é irrelevante, não nos bastasse custo de estadias em hospitais — inclusive patrocinador de salários milionários jogadores de futebol — superam valores de luxuosos hotéis, portanto, essa dispensa de mimos ao indigitado “médium” afronta não apenas à dita sociedade, também ofensa à honra de encarcerados!
João S. Souza

FUMAÇA de JUSTIÇA

Alarga-se o caminho de chegada (alcance) ao ex-todo-poderoso em Minas, Aécio, ovacionado, diuturnamente, principalmente enquanto tinha as chaves dos cofres das Gerais, pelo que fazia (e não produzia), independentemente do seu real propósito, juntamente à irmã, aos Castros, ao Anastasia e outros, transformados em “boa-notícia” (criação de emissora radiofônica mineira).

A Polícia Federal registrou apreensão de substância entorpecente na casa de Paulo Vasconcelos, marqueteiro de Aécio Neves na campanha presidencial de 2014.
Buscas de ontem na Operação Ross no suspeito de emprestar sua empresa de publicidade para recebimento de R$2,5 milhões de propina para o indigitado senador e de emitir notas frias como acobertamento de operações.

João S. Souza

PONTO-de-VISTA

Não aprecio paródias sob pano-de-fundo músicas de terceiros, tal qual meu desapreço perante percepções de remessas de “convivas” com conteúdos de produções de outrem (‘anônimo’ ou ‘famoso’) à demonstração da nossa incapacidade e/ou medo de emitirmos próprias opiniões.
Lamento minha franqueza, diga-se, necessária.
Não tenhamos receio de eventuais ERROS, estes, inerentes a atitudes, ou seja, quem nada faz, nenhum risco assume, contudo, a omissão é um dos mais graves pecados de humanos.
João S. Souza

PESO COM DUAS MEDIDAS

Tempo verbal (futuro-do-pretérito) nas publicações ou relatos midiáticos relativos a delitos — acaso investigados, inclusive flagrados, gente rica — utilizado “teria praticado” (burrice à parte), mas, se o indiciado pobre, diz-se “meliante”, ou “criminoso”, portanto, diferente de poderoso (financeiro, econômico etc.) delinquente, que, em fuga, considerado em local sigiloso, contrário ao pobre infrator, que, se desaparecido, é foragido, a exemplo a noticia sobre o paradeiro do estuprador ‘João de deus’, “encontra-se em local sigiloso” há cinco dias, livre de incomodação policial, a partir do início das dezenas de aparições de suas vítimas.
João S. Souza