MORAL  PARTICULAR

Cada pessoa, a bel-prazer, institui (cria) própria (particular) concepção (significado) de MORAL, esta, por sua vez, a mercê (depende) de cargos ou funções de quem a estampa no peito e nos discursos, e não existe isonomia quanto a direito de utilizar à palavra (maiúscula) acima nesta despretensiosa exposição, portanto, a conceituação e, também, a prática de moralidade depende do status de quem a “dita” ou dele exigido, se vereador, prefeito, governador, deputado, senador, presidente, juiz, etc.
Antes de se arvorar (empinar-se) perante outrem, claro, a exigir equidade (igualdade), faças primeiramente pesquisa do “perfil” do(s) indivíduo(s) eventualmente confrontado(s), dessa maneira evitar-se-á contra si frustração ou algo mais grave!
João S. Souza

“H I S T Ó R I C O”

Afora desenvoltura (desempenho) e simpatia, apresentador, com gestos similares à relação com o governo atual, produzira a merchandising​ “Semana do Presidente” durante muitos anos, desde o tempo que alugava o horário da emissora Globo, com exibições de feitos e entrevistas de detentores do mando do “Regime Militar”, que, coincidentemente, à época, rendera, certamente, facilidades ao Silvio Santos à constituição da Rede de Televisão intitulada SBT, além de ele comprar e manter sob seu controle a Rede Record — até vendê-la, segundo muitos disseram, por valor próximo a bilhão de reais, ao Edir Macedo — esta, atualmente, com índice de audiência à frente dos Canais do vendedor –, cuja história real desconhecida da população ligada, umbilicalmente, quase tão-somente, a assuntos de ‘reality show’ e futebol.
Assim caminha a humanidade, digo, o brasileiro!
João S. Souza

QUAL A PROFISSÃO?

1 – trabalha, muitas das vezes, em horários estranhos (igualzinho as cortezãs).

2 – recebe para fazer cliente satisfeito e feliz (protótipo de cortezãs);

4- mais produtivo, laboralmente, à noite (similar às cortezãs);

5 – nem sempre recompensado, justamente, por concretizar pretensões mais absurdas do cliente (feito as cortezãs);

6 – amigos distanciam, e apenas anda com pessoas iguais a si (parece cortezã);

7 – quando vai ao encontro do cliente está sempre muito apresentável (imitação à cortesã), mas, ao final do expediente, volta como se atravessaste o purgatório (aparência de cortezã);

8 – cliente sempre quer pagar menor preço, mas, exige que faça maravilhas (equiparado às cortezãs);

9 – quando perguntado(a) em que trabalha, há dificuldade à explicação (tal qual cortezã);

10 – se as coisas não se acertam, obtém toda culpa
(igualmente às cortezãs);

11 – todo dia tu acorda e diz NÃO PASSAREI O RESTO DOS MEUS DIAS a FAZER ISSO (que nem às de “vida-fácil”).

Acaso pensaste em Vendedor ou Advogado — diga-se, vibram ante suas próprias realizações –, mera coincidência! 
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Finalmente, compartilhas, ou serás amaldiçoado!

PILHAGEM da COMPREENSÃO

Desconstituidos conceitos basilares de relações interpessoais, isto registrou Ratinho (“apresentador televisIvo”) com a assertiva “o César Filho (idêntica profissão  do declarante) é um dos meus maiores amigos”, contudo, confessara desconhecer o real (verdadeiro) nome-de-registro do seu íntimo colega-televisivo (Luiz Gonzaga) após pessoa da plateia desvendar a “identidade” correspondente à fotografia apresentada naquele espetáculo (terça-feira – 23/01/18).
Por essa e outras “definições conceituais” contemporâneas, o povo brasileiro navega, corriqueiramente, sob tormentas da mesma maneira suficientes à promoção de confusões e transgressões não apenas da definição “amizade”, mas, também, quanto ao casamento, à religiosidade, educação, cultura, justiça etc. Enquanto isso, avoluma-se multidão composta do ingrediente à formação de despreparo expresso, literalmente, através da desinformação sob aplausos não apenas desse amontoado de fiéis seguidores do formato.
JSS