HERÓI & VILÃO

Outrora, 1997, os personagens Eduardo Azeredo e cabo Júlio, situados em pólos opostos, o primeiro mencionado governador de Minas Gerais e o outro, militar, à frente de membros revoltosos da corporação estadual por reivindicações, especialmente melhoria salarial, que pouco mais de um ano após resultou sua eleição como deputado federal, e seu colega de farda, sargento, também membro da revolta que causou morte do cabo Valério por disparo de arma-de-fogo, elegeu-se deputado estadual, e, naquele diapasão, o mandatário-máximo-regional, Azeredo, não obteve êxito — diga-se, antes sofrera condenação em Ação Popular por iniciativa exclusiva individual e responsabilidade profissional deste advogado, ora articulista — relativo à pretendida reeleição (manutenção no cargo governamental), até então ocupado, claro, pelo referido ‘político’ mineiro.
Atualmente — há um mês —, os dois primeiros citados — divergentes entre si no passado —, diferentes apenas quanto a especificidade (minúcias) de procedimentos, tanto que têm apenamentos (punições) distintos, ou seja, o ex-governador a cumprir 20 anos e 10 meses de cadeia, e o Cabo-deputado obedece aos 6 anos de prisão, embora, ambos recolhidos, igualmente, a quartel de Bombeiros, em razão das respectivas condenações nos julgamentos judiciais na segunda-instância (TRF e TJMG) em razão de atuações diferentes apenas quanto à forma ilegal aplicada por cada indigitado agente, mas, ao final, cruzados seus destinos no mesmo recinto. Assim, resta a dúvida qual deles herói, ou vilão.
João S. Souza

OBSERVAÇÃO EXPERIENTE

Editorasamparo do erário e distribuição (venda) a governos (entidades públicas), diferem de autores “avulsos”, muitos destes, como eu, disponibilizam Livros e outras produções, sem ônus, a milhares de eventuais leitores!

João S. Souza

NÃO por ACASO

Época retroativa, milenarmente, deuses a bel-prazer de reis e nobreza, igualmente à atualidade, que cada “mentor” de incautos personaliza dividade sob incontáveis rótulos aos atendimentos milagrosos de desejos (cura, fortuna, poder-politico-eleitoral etc.) sob ofertas (preços) variadas!
Nunca, antes, na história da ‘humanidade’, a Bíblia rendeu tanto aos exploradores (indutores) de fé!

João S. Souza

R  E  A  L  I  D  A  D  E

 

_____________  João S. Sousa

Cretinos, como vegetação daninha, brotam-se, quase sempre, independente de sameadura, mas, no Brasil, pelo que se nos apresenta, sob formatos vários, a exemplo o sistema “comunicação” frutifica-se destituição da NORMALIDADE, porque plantadores da decomposição de princípios indicativos de regularidade, como mau uso do primário (básico-vernacular), isto, feito sem mínima mínima demostração de remorso, muito pelo contrário, firma (e reitera), efetivamente, proposição destrutiva generalizada.
Andanças por cantos “estranhos” à terra-tupiniquim impõem reforço à observação, inclusive crônica-literal, prevalente há décadas na nossa modesta atuação — “pregação”, principalmente resistente ao referido procedimento eivado de descaminho — com resultado ralo, acaso exista ou invisível.
Estive em Portugal, dentre países visitados entre maio e corrente junho, oportunidades “assisti”, propositadamente, rádio, tv e, também, ouvi gente (nascida e/ou ‘crescida’ no refido país) com idade a partir de quatro anos, demonstrara chocante diferença em relação à prática (desvirtuada) relativa à linguagem no Brasil, diga-se, “putos” (título correspondente a crianças), maioria formada por filhos de brasileiros, africanos e, claro, luzitanos.
Concluir-se, sem mais delonga, certeza da deformação praticada, rigorosamente, mediante identidade (patente) ‘verde-amarelo’, que atinge, indiscriminadamente, rua, lar e, pasme, Escola — oitivas de exposições públicas de docentes — revela o tamanho do desastre.
Ah, “… povo a corromper-se, Língua a primeira a gangrenar” (Professor Otávio Paz).