LAMENTO — NÃO, MERA OBSERVAÇÃO

LAMENTO — NÃO, MERA OBSERVAÇÃO
Não tenho hábito de DESISTÊNCIA, todos meus projetos, diga-se, não foram (são) poucos, a se considerar de idealizações às execuções processadas por esforços implementados por um único SER (avulso) e, claro, INDEPENDENTE — inclusive, na maioria da vezes, sequer amparado por oferta moral, porque eu RENITENTE em aceitar passividade como meio de exercício da VIDA no ambiente-comum (“sociedade”), este, resistente, ao que se transparece, distante da concepção GENTE, e, a propósito, cito “indignação é inerente à natureza-racional” (conteúdo do texto de abertura/apresentação do meu livro Aversão Comentada, poos, reproduzido, publicamente, no panfleto editado e distribuído a oito mil advogados em setembro/outubro de 2010, com propósito explicito contestatório a atitudes da Entidade e/ou membros-dirigentes da categoria profissional à qual sou profissionalmente vinculado), procedimentos que produzo, lamentavelmente, consciente que nesta Minas não obtêm considerável ressonância perante ao público — que, no máximo, espia, à distância, questões –, conformado com o MAL, por supor não sofrer diretamente os efeitos de atos eventualmente ofensivos à ÉTICA, às finanças populares etc.
É ‘norma’, por essa BANDA constituída de mineiridade, enxergar o que está longe do alcance da íris e longínquo das mãos, o que significa desprezo pelo próximo!
ATENÇÃO
Entendo desapreço brasileiro pela PALAVRA, assim, doravante, reservo-me direito de RENUNCIAR à retórica-escrita direcionada a “comunidade virtual” ou “grupo cibernético”, assim, não desperdiçarei digitais, bem como evitarei possíveis constrangimento recíproco!
EXPOSIÇÃO
Minha atuação pessoal direta como ATIVISTA-PRÁTICO em alguns CAMPOS da VIDA (filho, pai, irmão, amigo, conviva, companheiro, advogado, jornalista, escritor etc.) prova que alguns poucos criticam/renegam e produzem, efetivamente, ofertas à alternativa de trilhar em direção contrária a lamaçais e, consequentemente, sujeitar-se-á(ão) menores riscos de imersões em atoleiros.
João S. Souza — advogado, jornalista, escritor e compositor

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *