“FENÔMENO AÉCIO”

Entenda o surgimento imediatamente após a eleição do seu avô governador estadual mineiro, que, com intuito fraternal de extrair o indigitado não apenas de correntes ‘embalos de sábados à noite’, inclusive no “Baixo-Leblon” — frequentei a Pzzaria Guanabara –, nomeou-o secretario-particular no Palácio da Liberdade, entretanto, alçado no formato eleição-indireta (votação por deputados e senadores) à Presidência da República, Tancredo, que faleceu antes de assumir, efetivamente, o executivo federal, razão da transferência do cargo presidencial ao vice José Sarney, que abrira porta-palaciana de Brasília àquele se tornara diretor de loterias da Caixa Econômica Federal, consequentemente, cooptado e, ao mesmo tempo, compensado, financeiramente, o neto pela perda do ente-familiar, mas, a história-corrente reservou ao povo, especialmente o mineiro, outros capítulos da protagonização do herdeiro, senador representante-máximo dos Neves, entre os seus feitos  exercícios das funções deputado federal, governador, esta, durante quase oito anos e maná a gerar desmandos no estilo ostensivas de persuasão, inclusive à demissão e, também, prisão de jornalista através da perseguição ao impor hegemonia no comando e mando irrestrito no estado, sequer admitia crítica, tudo operado, praticamente, no seu estilo-governança efetivado na pessoa da sua primogênita-irmã — exposto, recentemente, nos noticiários a contumaz improbidade — até nos seus pelos íntimos, embora, não se escancarou nem centésima-parte dos envolvimentos inconfessáveis da dupla-dinâmica mineira de formação carioca, haja vista fluente sotaque, principalmente da referida fiel-escudeira do ex-todo-poderoso em questão, que, talvez, a contar com inegável pacatice popular regional, retomará às próprias mãos o cantado, decantado e decorado “poder que emana do povo e em seu nome exercido”, o que eu suponho não será tarefa muito difícil, pois, necessário empenho perante a mesma multidão (composto-eleitoral), a qual o dito representante congressual apresentar-se-á sem medo de ser feliz como apoio de incauto, sem-vergonha, ignorante e, óbvio, também, aproveitadores diretos de desvios, principalmente de dinheiro, não apenas por  intermediação espúrias como a revelada  nanica e  interiorana rádio Arco Íris — recebia mensalidade R$50.000,00 –, engendramento  sob conluio, quase sem disfarce, entre Joesley da JBS e os contemporâneos Irmãos Aécio e Andréa Neves.  

  • João S. Souza