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LIVRE PENSAR

Respeito todas opiniões, gostos ou opções, contudo, depositar no Estado, principalmente o poder ditatorial sobre nossa vida é algo mais do que arriscado — registros em muitas partes do mundo expõem ocorrências assombrosas, que, ao contrário de encorajar apoio a regimes-de-força, causa efeito-urticária em supor possibilidade de retorno da ditadura sobre nossas cabeças — insolucionáveis problemas, os graves existentes no Brasil, mediante utilização de métodos brutais e irracionais — suprime opinião e censura até pensamento.
Ideal que gerência individual rumo ao destino à coletividade não exigisse impostores, mas, COMODIDADE e outras inconveniências produzidas pelo ostracismo mental humano impõe-nos governanças como falsas resoluções dos nossos desacertos.
Alienação leva à incapacidade de exercitar raciocínio e, consequentemente, extrai parcela considerável do juízo, isto, originado de variados fatores, não obrigatoriamente advém da ignorância.

CAPITÃO de FRAGATA ou CAFETÃO de GRAVATA!/?

Fazer Política” — à luz da compreensão de remetente   e/ou interlocutor de conteúdo-clichê, diga-se, coincidentemente, odiagramado do nosso anterior livro Antídoto Temporão — destoa  da realidade, pois, não necessariamente o vocábulo tem ligação com disputas eleitorais, cujos propósitos são angariar cargos ou funções  remuneradas do Estado.

Nesta oportunidade, friso: enfiar a fala de ARISTÓTELES como apelo ou ajuda a essa bandalheira  (embates protagonizados por imorais e contumazes aproveitadores do modelo vantajoso à minoria) desmoraliza o filósofo grego, além de ser desdém à inteligência.
Voto na secção 53, zona 0035, R. Vitório Marçola — Anchieta, B. Horizonte-MG — inteiramente composta por três Mulheres, e, por isto, entreguei-as rosas e um exemplar do meu trabalho literário referido acima.

João S. Souza

MODERNISMO ou CONTEMPORANEIDADE

Prática de casamento na forma “tríplice“, não assusta face a tantos autorizados “modelos” de união-legal independente de gênero. A ordem judicial que legitima “casal-de-três” com um varão, talvez, ideal em virtude da habilidade feminina no cuidar de tantas tarefas, que inclui o homem, e mútuas convivas, nesse composto, suficientes a eventuais necessidades de plena convivência, e como contrapartida de companheiro cumum a duas mulheres seja maior desempenho masculino — vários sentidos — em atendimento a merecedoras companhias, assim, seja feita Justiça!

BAIRRISMO/NACIONALISMO

  1. Olhar, quando amplo, limitado ao próprio ‘quintal’,  questão de “ordem” — outrem não nos diz respeito — no contexto da pregação do interesse individual sobreposto a compreensão da vida em sentido lato, e isto desconfigura o HOMEM como ser-social planetariamente, compreendido no habitat- terráqueo independente de circunscrições “geopolíticas” (ditos países ou nações).
    Incomodado ante aos desencontros que geramos, registrei no livro Aversão Comentada (edições  2001 e 2002) descontentamento mediante cuidadosos apanhados e relatos, inclusive históricos abrangentes, aproximadamente, 2.300 anos, e, pasme, conteúdo em 122 páginas.
    Desde o início da adolescência, quando possível, leio notícias e/ou ouço, diariamente, noticiário, e, hoje, 02/01/17, grifo noticiarista da rádio CBN  “É lamentável que isso (assassinato de candidato à prefeitura de Itumbiara e tentativa de homicídio do seu vice por atirador, também morto) aconteça em nosso país”.
  2. Sentimento restrito tão-somente a espaço, incompreensivelmente.