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COMPREENSÍVEL

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João S. Souza

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Analogia da existência de Deus, maneira de um escritor — talvez, húngaro — encontrou como explicação da existência da Dividade:
“No ventre de uma mãe havia dois bebês, um perguntou ao outro “tu acreditas em vida após o parto?”, e o interlocutor respondeu “é claro, tem que haver algo após o parto, aqui, talvez, seja a preparação para o que virá mais tarde.” “Bobagem”, disse o primeiro , e que tipo de vida será esta?”
O segundo exclama “eu não sei, mas haverá mais luz do que onde estamos, quem sabe nós poderemos andar com as nossas próprias pernas e comer com nossas mãos e bocas, teremos outros sentidos que não podemos entender agora!
O primeiro retrucou “isto é um absurdo, o cordão umbilical fornece-nos nutrição e tudo o mais de que precisamos, mas, é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação”. O outro insistiu, “bem, eu acho que há alguma coisa, quiçá seja diferente daqui e não mais precisaremos deste tubo físico”. O primeiro contesta e indaga “nada disso, além do mais, se há realmente vida após o parto, porque ninguém jamais voltou de lá? 

Eu não sei”, disse o segundo, “mas certamente vamos encontrar a mamãe e ela cuidará de nós”. O primeiro respondeu “mamãe, tu acreditas, realmente, na existência de mamãe? Isto é ridículo, pois, se a mamãe existe, onde ela está agora?” O segundo disse”ela está ao nosso redor, cerca-nos de cuidados, somos dela, e nela que vivemos, pois, sem sua presença este mundo não seria e não existiríamos. O primeiro diz ‘bem, eu não posso vê-la, assim, é lógico que não existe’, enquanto o outro respondeu “às vezes, quando estou em silêncio, e concentradamente a ouvir, percebo a sua presença e ouço sua voz amorosa”.

IRRACIONALIDADE

Solução pregar a alienados, ou resolução por atuação medicamentosa?
Território brasileiro infestado de indivíduos desse naipe, agrupados ou apartados, situados no extremo esquerdo, tanto quanto no direito.
Mundo-cão, ou desatinado povão!
João S. Souza

HOMESCHOOLING

Brasil — população — expõe negação ao natural compromisso familiar (doméstico) de educar (socializar) seus filhos, diferentemente do constitucional dever Estatal (governo) de instruir (escolarizar) a população a partir da infância, embora, há mais de três décadas o modelo e os equipamentos escolares sequer aparentam eficiência mínima, demonstram as apurações anuais realizadas por instituições nacionais e internacionais habilitadas tecnicamente sobre a questão, acaso não suficiente constatação e, claro, comprovação popular de presença da incômoda ignorância na maioria absoluta de frequentadores dos ciclos (até 12 anos) escolares, especialmente carências relativas às matérias fundamentais (Gramática/Lingua, Geografia, História e Matemática).
Supremo Tribunal Federal impõe a pais ou responsáveis por criação de menores a mantê-los, formalmente, em estabelecimentos de ensino regular, equivale afirmação da obrigatoriedade de comparecimento e frequência à sala-de-aula.
Além do aspecto legal (Constituição Federal) existe a questão inadequação fática nacional face algumas razões, que, à distância da hipocrisia, destaco desinteresse (descompromisso) e desinformação influentes operacionais que, se decido de forma diversa pelo STF, geraria a parcela do contigente populacional motivação ou, no mínimo, facilitação à renúncia da tarefa familiar de encaminhar, fisicamente, crianças sobre as quais possui guarda por parentesco ou civil.
João S. Souza

R A C I O N A L M E N T E

Religião misturada a Estado constituição de artefato explosivo registrado na História há milênios, pois, embora, algumas finalidades de ambos procedimentos combinados (idênticos) entre si, existem, também, os seus direcionamentos e métodos de controles dos sistemas com aspectos conflitantes, tudo prejudicial à massa-seguidora e/ou apoiadora, haja vista  resultados catastróficos — muitos contemporâneos em curso e passado-recente — à luz do conhecimento!