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E_N_D_E_M_I_A

                               João S. Souza

Escassos(as) são camaradas (parcerias), e, conforme dito, algumas vezes em oportunidades antecedentes, “bumbum e opinião são pessoais e intransferíveis”. 
Ora, asseguro, também, sem medo e sobra de erro: pior que discordâncias (posicionamentos) face a proposições ou assertivas é omissão (fuga), porque recorrente no Brasil, pois, prática contumaz, e, ao que parece, irremediável, além de crescente, portanto, oportuno e apropriado  nominar “silêncio-corporativo” esse grupo difuso. 
O índice (levantamento) contrário à participação é desalentador, pois, acaso tentativa de “reunião” à somatória de propósitos — buscas de aglutinação são minhas companheiras —, inclusive via “provocação” perante 100, 1.000 ou mais pessoas, resultar-se-á, certamente, no máximo, feedback de, no máximo, dez (%) de indivíduos a emitirem (exporão), eventualmente, parecer, ou seja, parcela positiva ínfima, independente de formações (escolaridade, atividade), exceto envolvimentos (“debates”) futebolístico, religiosidade e partidarismo!

SUJEIRAS DESLAVADAS

A demissão do chefe da Polícia Federal (Segóvia) ensejou o mais recente ataque do ministro Gilmar Mendes ao seu colega do Tribunal, Luis Roberto Barroso, ao afirmar que o mesmo “fala pelos cotovelos” além de “antecipar julgamento”; “precisaria suspender a própria língua”, frisou Gilmar. 

Barroso respondeu ser um juiz independente, “acho que o Direito deve ser igual para ricos e para pobres, e não é feito para proteger amigos e perseguir inimigos.
Não frequento palácios, não troco mensagens amistosas com réus e não vivo para ofender as pessoas”
(28 DE FEVEREIRO DE 2018).
Há muito tempo instaurações de embates entre membros da Corte Superior, quase sempre num dos lados o desafiante é o conhecido membro-julgador, por defender o conquistado cinturão “Soltura”, como se lutador de MMA/UFC em ringue, e, da outra parte, varia conforme ocasião e assunto a decidir (constituir jurisprudência – regra).
Alguns episódios, dentre os conhecidos pelo público em geral, destaca-se aquele emocionante travado sob mútuas acusações de peso, no qual o então ministro Joaquim Barbosa, o contracenante da vez no plenário do STF asseverou que o seu “opositor Gilmar “possui jagunços no estado do Mato Grosso”. 

Assertiva resultou em “pizza”, empurrada garganta a baixo,  engolida a seco, por todos jurisdicionados, em em tese (teoricamente) a população, que, a maioria, não sabe — tampouco busca conhecimento — sobre meandros procedimental de cúpulas (gerência) governamentais, muito menos exige apurações de fatos graves do seu conhecimento, tão-somente esperançoso na espécie chamada milagre, especialmente que surja da imprensa (jornalismo) a solucionar questões de interesse coletivo (povo).
João S. Souza

“MURO de LAMENTAÇÃO 2”

FALAR (escrito), ao que parece, à parede, porque não se aproveita deste (abaixo) e de nossos outros feitos,  raríssima percepção de algo além vídeos a mim reenviados (repassados), inclusive tais objetos com vírus, e minhas escusas àqueles não enquadrados, ou objeto do presente queixume, pois, nada mais prático que exercício de conhecimento de si (confrontação com espelho):

FEEDBACK    ABSENT 
(João S. Souza)

Pensante à intuição e alcance ao engano da cegonha inconsequente,
Eu destoante neste torrão tupiniquim,
Descendente miscigenado nesse quadrante,
Seria diferente acaso concebido noutro canto,
Longe da conformidade costumeira,
Porque há lugares com habitantes direcionados 
a norte, amanhecer novo e vida, crescente teria,
Fitante retina à mostra de parca fosforescência,
Silente o falante, opacos ditos em registros, 
nos livros e meios tantos, processantes
Emudecido, invisível, sequer ouvido, que brada a tímpanos emudecidos e espíritos adormecidos,
Isolamento, senso-comum, passado, próximo ou distante, impróprio mundo não parece ser de gente,
Efeitos ruídos, gritos, sem sentido, à mostra tantos desfeitos,
Feedback, antes acanhado, ora absent,
Subliminar desdém, negação existencial aos elementos água, terra, fogo e ar

(áudio-melódico — clubedoscompositores.com.br)

“C O N F L U Ê N C I A”

CARLOS LÚCIO GONTIJO
(Jornalista, Escritor, Poeta)
“O desdém para com professores, intelectuais, artes e cultura assinala bem o império da baixa mentalidade na sociedade brasileira.”

COMENTÁRIO
(João S. Souza)
Camarada-amigo, não há, comprovadamente, associação (sociedade) formada entre brasileiros, exceto amontoados de gente, que, eventualmente, se encorajam, quase somente compõe fileiras em ruas, praças e estádios (“arenas”), muitas das vezes violentamente, à cultuação futebol.
Coincidentemente, ora, todos preocupadíssimos com o dano coletivo (nacional) causado por anunciada contusão do jogador Neymar, em Paris!
(Oriundo de post – Facebook)