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PILHAGEM da COMPREENSÃO

Desconstituidos conceitos basilares de relações interpessoais, isto registrou Ratinho (“apresentador televisIvo”) com a assertiva “o César Filho (idêntica profissão  do declarante) é um dos meus maiores amigos”, contudo, confessara desconhecer o real (verdadeiro) nome-de-registro do seu íntimo colega-televisivo (Luiz Gonzaga) após pessoa da plateia desvendar a “identidade” correspondente à fotografia apresentada naquele espetáculo (terça-feira – 23/01/18).
Por essa e outras “definições conceituais” contemporâneas, o povo brasileiro navega, corriqueiramente, sob tormentas da mesma maneira suficientes à promoção de confusões e transgressões não apenas da definição “amizade”, mas, também, quanto ao casamento, à religiosidade, educação, cultura, justiça etc. Enquanto isso, avoluma-se multidão composta do ingrediente à formação de despreparo expresso, literalmente, através da desinformação sob aplausos não apenas desse amontoado de fiéis seguidores do formato.
JSS

ÁGUA E ÓLEO

O Brasil (povo), raras exceções, contrário a outros países, desdenha produções literárias — experimentações pessoais –, isto, em registros feitos nas andanças nos diversos cantos (Nacional, USA, Europa) por lugares tantos, e, aqui, não se salvam nem amigos, produtores de arte e, também, parentes (consanguíneos) de escritores, que, aos montes, dispensam omissões de almejadas presenças a insistentes convites de comparecimento a eventos culturais.
Não sabemos o que mais fazer!
JSS

L A M E N T O   I N Ú T I L

Camarada, a propósito, sobre Música, eu, há, aproximadamente, dois anos, sequência de pequena produção literária, na qual se incluem músicas, resultaram feituras, por exemplo, “REFLEXÃO” (áudios disponíveis, universalmente, site clube dos compositores do Brasil), ritmo/estilo Reggae, que, modéstia às favas, é consistente composição (letra e melodia), quase sem NOTA das centenas de pessoas, as quais enviados os conteúdos, isso, em razão, talvez, da bestialização nacional ao admitir, basicamente, dois procedimentos “melódicos” com conteúdos rasteiros, enquanto não apenas este autor sequer é objeto de divulgação voluntária, ou seja, atos do gênero são suprimidos, por gente do convívio, antes de mínima contribuição através de redistribuição, embora, esses mesmos indivíduos abarrotam, com asneiras, as memórias de armazenamento de nossos aparelhos eletrônicos, especialmente celulares, oriundas de terceiros.
Resta-me, certamente, dizer-vos: “eu quero tchu, eu quero tcha…”!
João S. Souza

A B S U R D O

Qual a razão da não divulgação* (esclarecimento público) quanto ao local da contaminação com ‘Febre Amarela’ do dirigente das emissoras “Rede Minas” e Rádio Inconfidência, Flávio, falecido hoje?
Há segredo-de-estado, ou desejo que outros indivíduos frequentem, inocentemente, a área infectada e, consequentemente, contraiam a “peste”?
Democracia não comporta comportamento a segregar povo, independente de propósito, ante ao universal direito à informação!
João S. Souza