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GOSTO POR VERBO

Não por apreço à Língua: “Vai continuar pipocando” (chuva), quarta-feira (10/10/18), no telejornal “JN” (Ma. Júlia Coutinho).

João S. Souza

ZONA-ELETRÔNICA

Eu, injustificado e inexplicavelmente, ignorante-cibernético (software e hardware) porque opero instrumentação-eletrônica (computador, smartphone etc.) desde 1.987, e, acaso eu não permanecesse canhestro, estaria habilitado, tecnicamente,  incompreender (inconformar) a razão desse modelo de votação, dito eletrônico (parcial), porque exige que os votandos (eleitores) compareça, obrigatoriamente, a locais (zonas e seção) encontrarem as ‘urnas’ e ‘depositarem’ seus VOTOS, pois, noutros processamentos do gênero (eletrônico), como compras de caneta ou aeronave e feituras (instaurações) de processos judiciais  processam-se ambas situações à distância (milhares de quilômetros) com absolutos sucessos para as partes interessadas (comprador, fornecedor, tanto quanto a relação entre jurisdicionado e Justiça), ou seja, dispensadas presenças físicas às efetivações de seus propósitos, conforme acima exemplificado como sustentação (justificativa) do ponto-de-vista deste voluntário escriba.
Motivo principal — além da obrigatoriedade de votar — minha deliberada ausência nesse pleito. 
João S. Souza

B R A $ I L  R E A L

‘Pior que está não será’, adágio popular parafraseado por deputado “renunciante”, Titirica, disputante no estado de São Paulo à reeleição ao 3°. mandato, que, feito celebridade às custas da “Florentina” e graças a irresponsabilidade e/ou ganância material de aproveitadores da cretinização nacional, é puxador de milhões de votos, e ludibria povo simpatizante de legítimos (votados) mandatários.

Assim, aprofundamento da imersão popular no atoleiro impregnante de almas, enquanto falo a parede.

O projeto único nesses dois mandatos (oito anos), na Câmara Federal, do personagem-palhaço (vice-versa) campeão eleitoral, propõe inclusão da atividade circense (“circus“) nos benefícios da “lei Rouanet” (dispêndio da arrecadação de milhões — tributos — dos contribuintes) em benefício, principalmente, de quem cobra do público ingressos (venda de suas produções), muitas das quais esquisitas (recitação, em site, da Maria Betânia) e outras (cinema, show etc.), a preços variam entre R$15,00 e R$600,00, diferentemente da maioria dos escritores, que, praticamente abandonados, realizam, efetivamente, trabalhos culturais, além da tarefa de entregas voluntárias de milhares de exemplares a populares, inclusive a bibliotecas e escolas públicas, não restritamente Minas Gerais, cuja comprovação — amostragem — acaso necessária será (é) possível!
João S. Souza

M A L F E I T O R I A

Desinteresse (desordem) geral perante imperativo dever de acerto — atualização de atividades –, independente da forma, ou seja, atos sem mínima coadunância com regularidade sob a absoluta ordem de compreensão da sensatez, esta, grita, desesperadamente, a vedados ouvidos e a olhos selados, significa CONTRACENSO em operação de mentes geradoras de descalabros, assim, contramão é indicação da mão-de-direção, que, por exemplo, assimila corpo parado  a algo em movimentação a desvirtuar compreensão da razoabilidade, constante no trecho seguinte: 
“O pedido de Lula — autorizado por Lewandowski e cassado por Toffoli — foi formulado pelos deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Wadih Damous (PT-RJ) e Paulo Teixeira (PT-SP). Os três advogados constituídos pelo ex-presidente, que ‘segue mantido preso’ político há 6 meses na Polícia Federal de Curitiba.”
Pinçado do noticiário o exemplar imediatamente acima à demonstração da fórmula que “transforma” ESTÁTICO (segue preso”, “Mineirão – estádio – vai” etc.) em corpos que se movimentam/deslocam.

João S. Souza