Monthly Archives: Agosto 2018

B A L A N Ç O

Eis realidade nacional, 4 de cada 100 alunos têm conhecimento mínimo de Português, e, quanto à Matemática, menos de 2 estudantes por centena atingem suficiência básica de aprendizagem. A Catástrofe não é resultado apenas do desprezo criminoso Estatal (governos) em relação à Escola (instrução). A falta de suportes (recursos humano-intelectual e material) empurra, direta e indiretamente, a população (infantil, adolescente e adulta) para literal ignorância.
Analises de estudiosos formam lógica conclusão: não se apreende, principalmente conteúdo das duas mais importantes matérias escolares mencionadas, por simples desencontro entre si, ou seja, desconhecimento fundamental da Língua (leitura e interpretação) impede concepção (entendimento) de regras ou fórmulas aritméticas.
Há causas adicionais a esse desastroso cenário brasileiro, alguns às sombras (obscuros), mas, possíveis suas identificações, como as impositivas execuções musicais (“letras” etc.), portanto, agravantes dos efeitos destrutivos sociomorais, são opções (induzidas) por ignorância, e a má-atuação retórica de membros de instrumentos midiáticos, quase limitados à repetição de chavões (acaba, ao longo, segue) em todos sues pronunciamentos, ao que parece sincronizados, desestimulam conquista de conhecimento, e a partir dessa pregação fez-se regra geral perante contigente popular, lamentavelmente!
João S. Souza

INTRANSPONÍVEL, ou INCOMPREENSÃO!/?

“Amizades” (whatsapp, Facebook, Instagram etc.) emudecidas, a menos que falemos (provoquemos), favoravelmente, a respeito de religiões, politicagem-partidária (candidaturas de personalidades), times de futebol e sexualidade. Assim, limitações prevalecentes, “artistas” (vendedores de objetos desde utensílios domésticos à diversidade de bugigangas ofertadas ao mercado) forjados à base de ilusionismo (enganação) popular, e oportuno, sem maior comentário, bastante a lembrança de gente que comanda as “atrações” em palcos os ditos ‘shows’ midiáticos e noutros tantos recintos, e, quanto a assuntos restantes, quase ninguém concebe (aceita) como instigantes. 
Não duvidemos da mediocridade geral popular, basta-nos auto-avaliação!
João S. Souza

I R R A Z O Á V E L

Influentes fatores existem e, certamente, produzem a notável fraqueza da intitulada humanidade, muito mais do que qualquer outra espécie terráquea, que se debita à complexidade do humano a culpa por essa tamanha fragilidade, porque autoconstituído em muitas etapas de superações a sua formação ante próprias demandas a partir do seu psiquê (caráter — índole, temperamento — comportamental etc.), por si só, empecilho à produção de arrazoado a abranger compreensão desse contexto fomentador da enigmática RAZÃO. 
Protagonistas, individuais e agrupados, no Planeta Azul — acinzentado há tempos –, retratam a desarmonia entre raciocínio e sociabilidade, geram proximidade perante derrocada desse modelo “social”, ao que parece, lógico e breve, irreversivelmente.
Inapetência ou descompromisso moral correspondente à autonomia no exercício da VIDA natural, consequentemente, subjugo voluntário a governo, à religiosidade profissional, em suma, contingente alienígena adaptado ao mauprocedimento exercido, fielmente, à formação do descalabro, ora em análise, pois, exceção à regra estranha ao conhecimento da racionalidade.
Corrupção (agente e adepto) é apenas um simples exemplar primitivo dessa desvirtuada atuação, independente da motivação aos descaminhos. 
João S. Souza

M U D A N Ç A

Século XX (1904) precocidade da aceleração da velhice.