Monthly Archives: Junho 2018

I R R E P A R Á V E L

“Os idiotas tomarão conta do mundo, não pela capacidade, mas, pela quantidade, eles são muitos” (Nelson Rodrigues).

Esse país (povo) é mudo e surdo, acaso não exagero afirmar qualificação como amontoado composto de gente desinteressada e/ou degenerada, porque nem uma alma-viva responde (comenta/corresponde) a mensagens-autorais de “interlocutores” (“amigos/contatos”, principalmente whatsapp etc.), e essas pessoas, sem atenção (leitura) às mensagens, promovem, no máximo, reenvios (“compartilhamentos”) de produções recebidas de outrem (terceiros), inclusive “conteúdos”” apócrifos, sem cerimônia ou pudor. 

Omissão deliberada é qualificativo doloso, tal qual feito desonroso explícito ante à conviva!
João S. Souza

D I N H E I R O

Toda vida jamais liguei TV em horário matutino, exceto esporadicamente  aos domingos e nesse período de “Copa do Mundo”, como hoje (terça-feira – 26), supondo início da partida de futebol (França x Dinamarca) ativei e sintonizei o aparelho no canal transmissor exclusivo do referido torneio,  quando constatei a presença impositiva na programação televisiva não apenas de dupla sertanojo, pois, naqueles cinco minutos, o “Encontro”  apresentava aos telespectadores alguns indivíduos a comporem  QUÁDRUPLA resultante da somatória de duos do citado “estilo musical”, cujo “quarteto” resultante da somatória de “duetos”, os quais, cada um, formada com nome  Henrique, que, à luz da compreensão racional, é significância de excessos absurdos à geração de congestionamento, pois, acaso não se juntarem em blocos a “TELINHA” não comporta (suporta) tantos existentes, que se reproduzem mais que roedores, à contaminação infecciosa ambiental!

João S. Souza

VERDADE ÚNICA

Bíblia (objeto de enriquecimento sem justificativa) é argumento de aproveitadores.  A  propósito, Coríntios grifa-se — mais ou menos — “quem em meu nome exigir (cobrar etc.), não falará em meu nome”. Eu, não costumeiro leitor do referido Livro, localizei, coincidentemente, a citada “passagem” por motivo de conversa com parentes, à época recém “convertidos” ao protestantismo, gente destacada como evangélicos — todos ancorados no evangelho são crentes — em Cristo!

Portanto, existem levas de maus elementos, equiparados a tantos de outras religiões, que desvirtuam objetivos proposições de fé na Divindade!

João S. Souza

 

HERÓI & VILÃO

Outrora, 1997, os personagens Eduardo Azeredo e cabo Júlio, situados em pólos opostos, o primeiro mencionado governador de Minas Gerais e o outro, militar, à frente de membros revoltosos da corporação estadual por reivindicações, especialmente melhoria salarial, que pouco mais de um ano após resultou sua eleição como deputado federal, e seu colega de farda, sargento, também membro da revolta que causou morte do cabo Valério por disparo de arma-de-fogo, elegeu-se deputado estadual, e, naquele diapasão, o mandatário-máximo-regional, Azeredo, não obteve êxito — diga-se, antes sofrera condenação em Ação Popular por iniciativa exclusiva individual e responsabilidade profissional deste advogado, ora articulista — relativo à pretendida reeleição (manutenção no cargo governamental), até então ocupado, claro, pelo referido ‘político’ mineiro.
Atualmente — há um mês —, os dois primeiros citados — divergentes entre si no passado —, diferentes apenas quanto a especificidade (minúcias) de procedimentos, tanto que têm apenamentos (punições) distintos, ou seja, o ex-governador a cumprir 20 anos e 10 meses de cadeia, e o Cabo-deputado obedece aos 6 anos de prisão, embora, ambos recolhidos, igualmente, a quartel de Bombeiros, em razão das respectivas condenações nos julgamentos judiciais na segunda-instância (TRF e TJMG) em razão de atuações diferentes apenas quanto à forma ilegal aplicada por cada indigitado agente, mas, ao final, cruzados seus destinos no mesmo recinto. Assim, resta a dúvida qual deles herói, ou vilão.
João S. Souza