Monthly Archives: Dezembro 2017

ANO “NOVO” FELIZ

Anarquista-juramentado, repudio Estado (poder-controlador-popular) e suas simbologias (hino, bandeira, discursos-demagógicos etc.), e, ante à imposição irrenunciável, necessária sobrevivência-orgânica, acato, ‘indispensavelmente’, tão-somente o papel-moeda (grana), porque seria meu (nosso) fim antes mesmo do nascimento sobre plano-terráqueo, pois, tal criação é forma-funcional de “permuta” (interação) entre viventes, sem o qual sequer possível suprir exigência da mortalha.
Ontem, octogenário, entrevistado, expôs na TV desejo de ganhar o prêmio da “mega da virada” como meio de possibilitar sua mudança de localização planetária, precisamente para Júpiter, ou seja, distanciar-se milhões de léguas da Terra, não é para menos, pois, até o composto da dita “festa-da-virada” — ancorada e gravada em BH — demonstra, no mínimo, descomunal desapreço perante razoabilidade, isto para não exprimir grosserias — ausente do vocabulário deste queixoso — e, também, não “competir” ou nivelar, rasteiramente, ao espetáculo e congêneres, que, indubitavelmente, acaso não colaboram, corroboram com o crescimento de violência, especialmente por menosprezo ao conhecimento — aperfeiçoamento — humano.
Assim, espero melhores desempenhos meus, e, também, desejo aos convivas — eletrônicos e reais — saúde, PAZ e melhor desenvoltura no exercício da VIDA em 2018, doravante.
João S. Souza

Mandamento Shakespeareano:

“Eu sempre me sinto feliz, e sabes porque? Não espero nada de ninguém, expectativas, muitas das vezes, machucam; a vida é curta, então amas, sejas feliz; mantenhas sorriso no rosto; existas para si; antes de falares, escutas; antes de escrever, pensas; antes de gastar, ganhas; antes de orar, perdoas; antes de magoar, sintas; antes de odiar, amas; antes de desistir, tentas, antes do fim ViVas!”
Assim, últimos dias de 2017 e anos que se seguirão os melhores a VIVERES!🍸🍾

AUTOCONHECIMENTO

Alei da ficha limpa” é mais uma das feituras faz-de-conta do legislativo federal do Brasil — 600 deputados federais e senadores, custo individual anual de milhões –, não serviu de barreira à última candidatura, consequentemente, eleição de Maluf, que, agora, vale “troféu” à Justiça, diga-se, o legislador por São Paulo praticou, tranquilamente, corrupção e enriquecimento criminoso reiterado durante décadas.
Esse país forma-se grande república de bananas!

“SALVADOR-da-PÁTRIA”

Igualmente papai-noel, mula-sem-cabeça, super-heróis,  visível auto-ilusionismo, embora, o povo tupiniquim experimentara vezes o gosto amargo da aventura:
Collor, Lula — apresentados aos eleitores como combatentes adversários de então –, além doutras mais remotas “governanças” registradas na história — desconhecida da maioria-absoluta da população brasileira.
Doravante, acaso Deus não se interceda, efetivar-se-á sufrágio de derrocada com Boçalnaro!
E, apenas para argumentar no âmbito sociocultural, oportuno trazer à baila: “… e se quiser beber comigo é só chegar no bar e mandar o garçom me chamar” e “ela só quer beija na boca, boca, boca, boca, ela tá louca, louca, louca pra beijar, na boca” são poesias-musicadas, em vigor, sem dar chance à alteração da fórmula de impingir hábito degenerativo de cerébro, bem como faturar (locupletar) às custas da índole — indolência — nacional, fazem-se HIT PARADE.
João S. Souza