Monthly Archives: Novembro 2017

PESOS e DESMEDIDAS

ALIENAÇÃO, em especial de brasileiros a time de futebol, hoje demostrada no exagero do amontoamento de dezenas de milhares de “torcedores” no estádio (“arena“) do Grêmio, em Porto Alegre/Brasil, distantemente 1.316KM de Lanús na Argentina, este local da realização da disputa de futebol, em contrapartida (sem intenção de trocadilho) noutras situações (lançar livro — literatura) neste país — regrado à cretinice quase a totalidade do seu território — não se consegue atrair mais de 100 pessoas, embora, convocação procedida, insistentemente, mediante convite entregue diretamente a mais de 700 pessoas — “convivas” e, também, parentes –– com oferta de acolhimento (recepção) civilizado e disponibilização de ‘quitutes’ ou ‘petiscos’, além de algo a bebericar.

EM TEMPO: absolutamente nada contra o esporte — pratiquei, às minhas custas, futebol durante 50 anos — e, no sábado (25/11/17), ao atender convite de amigos, compareci ao Independência e assisti o jogo entre os times América/MG e CRB/AL, em Belo Horizonte.
João S. Souza.

P A D R Ã O

Nação improvável operada no Brasil sem noção: autobiografia escrita a 4 mãos, de José, as outras não,
e “Pastor”, confundido com administrador de pastagem, em vez de suas “ovelhas” cuidador!
JSS

“COISA BRASILEIRA”

Celso Jacob, o deputado presidiário e amigo de Temer, flagrado com queijo na cueca na revista da Papuda, veja: depois de desfrutar o último sábado (18/11/17), em confortável e farturoso hotel no centro de Brasília, o deputado e presidiário Celso Jacob (PMDB-RJ) passau por situação “constrangedora” ao retornar, no domingo, à Penitenciária da Papuda, onde cumpre pena em regime semiaberto (saídas diurnas do estabelecimento a trabalhar por essa nação, e retornos noturnos diários do “recuperando”). O indigitado interno flagrado com dois pacotes de biscoito e um de queijo provolone escondidos em sua roupa, mais especificamente, embutidos na sua cueca, os alimentos encontrados durante a revista quando do seu reingresso naquela “hospedaria” própria ao famigerado, digo, “esfomeado” parlamentar.

João S. Souza

SEGREGAÇÃO e CONIVÊNCIA

Vexatório aceite do confisco da liberdade de ir-e-vir — Direito individual — relativo a regulares humanos, indiscriminadamente, mas, exercido, efetivamente, por governos. Propósito e/ou argumento justificativo desse controle par-e-passo advém da acomodação coletiva perante à ordem suprema sobre governados (dominados), que atende, claro, interesses apenas de instituidores das tais regras (“legalidade“), a exemplo Coréa do Norte — alveja, à bala e pelas costas,  quem “ousa” mudar de lugar — diga-se, não o único Estado (curral) administrado, brutalmente, na contramão-de-direção da propalada evolução ‘homo sapiens’, por entendimento ou, mais provável, desconhecimento de própria-causa por parte da maioria habitante-terráqueo, que concede, ilimitadamente, poder de governança a partir das criações de circunscrições estatais geopolíticas — fatiamento do ‘espaço’ planetário — relativas ao solo, subsolo, ar e marítimo compreendidas no “interior” das “linhas fronteiriças” criadas, se não de maneira sanguinária, são formadas em ‘razão’ de ajustes entre dominadores inflexíveis entre si, principalmente quanto ao encurralamento de contingentes populares sob título ‘nação’, confinamento de gente, mais grave que a modalidade sobre manadas, embora, ambos grupos subjugados como espécies diferentes, entre si, proporcionam resultados favoráveis aos seus algozes: o primeiro contingente subordinado fornece recursos materiais, também suor e, se exigido, dá, literalmente, o sangue, enquanto o segundo fornece-lhes carne-viva.
Estranhamente, a ONU – Organização das Nações Unidas (representa 193 países) conformada nesse contexto brutal de opressão de bilhões de racionais em tese, e tal absurdo concebido normal.
João S. Souza