Monthly Archives: Agosto 2017

11 A G O S T O

Ilusão não ‘percorre’ minha corrente arterial, sequer simpatizante da simbologia, de datas fictícias, pois, averso à “comemoração” e “homenagem”, como hoje — “dia do advogado” — “festejado” à moda “ortodoxa” por corpo-dirigente da Classe.
Seria (será e é) interessante reconhecimento moral relativo à profissão, que, no Brasil, há carência (deficiência) de compreensão popular, e  gera  impossibilidade de distinção entre necessário e indispensável (defesa do direito à liberdade, à saúde, à subsistência), ou seja, garantia à VIDA,  razão de existir Advogado.
João S. Souza

VIVER oferece RISCO

Dia 5/8/17, às 23:30h, “COREU”, Coração Eucarístico, ouvia MPB, e, ora ouço, compulsoriamente, SERTANOJO, eu preferiria (e prefiro) qualquer japonês cantante — risco de ofensa ao meu cérebro seria infinitamente inferior, embora, naquele país existam imbecis, mas, número  proporcionalmente menor  — na sua língua quase indecifrável.
Nada dura sempre, e minha angústia encerra-se com o fim da “cantoria” ou choraminguança, ao término desta queixa!
miseráveisindependentes.com

CONTRAPONTO

No “Minimamente Feliz” — distribuído ou repassado na web –, a apontada “autora” (Leila Ferreira), em vez da dita aprendizagem em Paris — cidade onde estive em setembro 2008 –, aprender-se-ia (ou aprenderia) antes com o nosso “filósofo”-cantor brega Amado Batista: “Felicidade são momentos felizes”. Ademais, a jornalista não cometeria evitáveis vícios ou pecados de linguagem apostos no texto, ora referido. 

“E D I F I C A T I V A M E N T E”

“✏ Menino observava seu avô escrever num caderno, e inicia diálogo:

— vovô, estás a escrever algo sobre mim?
— sim, escrevo algo sobre ti, entretanto,mais importante do que as palavras que escrevo, é este lápis que uso, e espero que tu sejas como este instrumento quando cresceres.

O menino olhou para o lápis, e, não vendo nada de especial, intrigado, comentou, porque parece igual a todos os que eu vi antes. O que ele tem de diferente?

— Depende do modo como tu olhas, pois, há nele cinco qualidades, e,
acaso conseguir durante a vida representá-las fielmente, será pessoa de BEM e em PAZ com o mundo, senão vejamos:

— primeira qualidade, o lápis, poderá produzir coisas grandiosas e nunca se esquecer da existência da “mão” de Deus condutora dos teus passos, como o lápis, sem ela não haverá boa utilidade;

— segunda, tal qual o lápis,
de vez em quando, pára o que escrever e usa “apontador”, isso causará um pouco sofrimento,
mas, ao final, tornar-se-á afiado e, consequentemente, suportarás eventuais e prováveis adversidades da vida, porque farão de ti pessoa mais forte e melhor;

— terceira, como o lápis permita que se apague erros, e entenda que a correção do que se fiz de errado, não necessariamente algo maldoso ou intencional, será importante a alterar, para melhor, nosso caminho;

— quarta, importante, realmente, não a madeira que lhe dá corpo ou sua forma exterior, sim o grafite em seu interior, portanto, sempre cuidas do teu âmago ou alma (centro), o caráter, este, superior a aparência;

— finalmente, a quinta qualidade do lápis, sempre deixa marcas, da mesma maneira que tudo que tu fizeres na vida ficará teus traços e marcas pessoais, assim, sejas consciente de cada ação, pois, deixarás legado, e marcarás, positivamente, a vida, também de OUTREM.”