Monthly Archives: Julho 2016

“HOMENS de LATA, CAPITALISMO SELVAGEM”

João Silva de Souza
Respeitável posicionamento de concordância e/ou aceitação de “ofertas” de comercialização de mensagens ditas religiosas ou bíblicas/evangélicas, contudo, inaceitável, principalmente por originarem dessas empresas de telefonia que, deslavada e desavergonhadamente, atuam com desprezo à economia popular, isto, ‘ad argumentandum tantum‘, portanto, necessário, talvez, esclarecer que FÉ é, essencialmente, foro íntimo, assim, inalienável, e significa repudiar ingerência de aproveitadores, marginais no processo de encontro do indivíduo-humano com DIVINDADE, mercadores de conteúdo alheio,  merecem repúdio por quem tem faculdade de raciocinar. A propósito, tais empreendimentos, de forma direta ou em conluio com organizações mercantis, sequer respeitam lei formal (Código de Defesa do Consumidor) e, também, não temem à ‘justiça do homens’, impõem venda-casada (linha telefônica com outros serviços etc.) com preço-fechado e abusivo.
Sinto-me a vontade e, ao mesmo tempo, incomodado tocar nestes assuntos, pois, há mais duas décadas — antes do surgimento do acima citado C.D.C — introduzi e levei a cabo na Justiça Federal-MG discussões que resultaram mudanças favoráveis aos consumidores, bem como implemento de punição efetiva e eficaz, e, diga-se, não existiam as tais agências reguladoras, como ANATEL — não se prestam ao fim que se destinam –, inclusive constam dos termos das minhas assertivas lançadas reiteradas vezes no Jornal Antídoto (1996/1997) e numa das 51 cônicas do livro Antídoto Temporão (2010), pois, a mencionada “agência reguladora” formada por ex-funcionários das companhias exploradoras da telefonia de então (Telemig/Telemar, por exemplo), mediante indicação das mesmas, descompromissados com interesse dos consumidores — ausência de moralidade.

ÁGUA e VINHO – EIS a DIFERENÇA

CERTO, OU ERRADO ?/!

Legalidade, no Brasil, nem sempre significa moralidade, especialmente normas de caráter administrativo/tributário, porque se impõe, absolutamente, deveres, inclusive e principalmente onerosos (pagamentos e ordens de posturas etc.) à população, sem correspondente contrapartida prática, ou seja, povo deve e paga dezenas de impostos, taxas, contribuições, além de obediente às regras “faça isso” (feitura passeios-públicos destinados pedestres e sua conservação em frente aos imóveis privados, isto, uma das muitas existentes) e “não proceda aquilo outro” (proibição, por exemplo, de corte de um único galho de árvore que se estende, prejudicialmente, a telhados de edificações), o que ora se diz neste escrito apenas pra argumentar, pois, tantas são as situações de desequilíbrio entre governantes e governados. Também, necessário frisar a impotência popular ante aos desmandos (omissão e rejeição) de agentes-oficiais ante a eventuais reivindicações dos mantenedores (votantes/eleitores) da legitimidade governamental e sustentador financeiro (contribuintes), que, sem a efetiva capacidade de destituição desses protagonistas de atos de improbidade nas funções ou cargos de interesse coletivo.
Quanto à questão do “catador de resíduos”, este proibido de expor em via pública o produto do seu trabalho (livros), matéria publicada no jornal Super Notícia, não me causa nenhuma surpresa, porque, na qualidade de modesto escritor, andei por muitos lugares dentro e fora deste estado MG, e absorvi conhecimento demonstrativo da triste realidade quanto à atuação do chamado poder público, que não dá a mínima para atitudes de incentivo à LEITURA, pois, visitei centenas de estabelecimentos de ensino público com a finalidade de doação de livros às suas bibliotecas — mais parecem objetos decorativos — escolares, isto, em Minas, São Paulo e no Rio, lamentavelmente. João S. Souza

LAMENTO — NÃO, MERA OBSERVAÇÃO

LAMENTO — NÃO, MERA OBSERVAÇÃO
Não tenho hábito de DESISTÊNCIA, todos meus projetos, diga-se, não foram (são) poucos, a se considerar de idealizações às execuções processadas por esforços implementados por um único SER (avulso) e, claro, INDEPENDENTE — inclusive, na maioria da vezes, sequer amparado por oferta moral, porque eu RENITENTE em aceitar passividade como meio de exercício da VIDA no ambiente-comum (“sociedade”), este, resistente, ao que se transparece, distante da concepção GENTE, e, a propósito, cito “indignação é inerente à natureza-racional” (conteúdo do texto de abertura/apresentação do meu livro Aversão Comentada, poos, reproduzido, publicamente, no panfleto editado e distribuído a oito mil advogados em setembro/outubro de 2010, com propósito explicito contestatório a atitudes da Entidade e/ou membros-dirigentes da categoria profissional à qual sou profissionalmente vinculado), procedimentos que produzo, lamentavelmente, consciente que nesta Minas não obtêm considerável ressonância perante ao público — que, no máximo, espia, à distância, questões –, conformado com o MAL, por supor não sofrer diretamente os efeitos de atos eventualmente ofensivos à ÉTICA, às finanças populares etc.
É ‘norma’, por essa BANDA constituída de mineiridade, enxergar o que está longe do alcance da íris e longínquo das mãos, o que significa desprezo pelo próximo!
ATENÇÃO
Entendo desapreço brasileiro pela PALAVRA, assim, doravante, reservo-me direito de RENUNCIAR à retórica-escrita direcionada a “comunidade virtual” ou “grupo cibernético”, assim, não desperdiçarei digitais, bem como evitarei possíveis constrangimento recíproco!
EXPOSIÇÃO
Minha atuação pessoal direta como ATIVISTA-PRÁTICO em alguns CAMPOS da VIDA (filho, pai, irmão, amigo, conviva, companheiro, advogado, jornalista, escritor etc.) prova que alguns poucos criticam/renegam e produzem, efetivamente, ofertas à alternativa de trilhar em direção contrária a lamaçais e, consequentemente, sujeitar-se-á(ão) menores riscos de imersões em atoleiros.
João S. Souza — advogado, jornalista, escritor e compositor